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	<title>Ilha do Governador &#187; Conhecendo a Ilha</title>
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	<description>Portal de Informações e Notícias da Ilha do Governador</description>
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		<title>A. A. Portuguesa (Portuguesa Carioca)</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 00:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clubes]]></category>
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		<category><![CDATA[Clubes Esportivos]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos mais tradicionais clubes esportivos da Ilha e que tem o time de futebol mais expressivo do bairro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/portuguesa_carioca.jpg" alt="Portuguesa Carioca" title="Portuguesa Carioca" width="240" height="180" class="alignleft size-full wp-image-5100" />Associação Atlética Portuguesa é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro, fundada a 17 de dezembro de 1924. Situa-se no bairro da Portuguesa (subdivisão da Ilha do Governador, que leva esse nome em homenagem ao clube).</p>
<p><strong>História</strong><br />
A iniciativa de fundação do clube surgiu após os empresários Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, em excursão a Santos (SP), terem conhecido a Associação Atlética Portuguesa desta cidade.</p>
<p>Os empresários do ramo de sacos vazios e usados disputaram, com seus colegas e empregados, uma partida de futebol amistosa com os representantes santistas desse ramo. O jogo terminou empatado em 1 a 1.</p>
<p>Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Portanto, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.</p>
<p>A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Real Madrid por 2 a 1, em Madrid, no Santiago Bernabeu. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.</p>
<p><img src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/estadio_luso_brasileiro.jpg" alt="Entrada da A. A. Portuguesa" title="Entrada da A. A. Portuguesa" width="240" height="180" class="alignleft size-full wp-image-5098" /><strong>Estádio:</strong><br />
Manda jogos no Estádio Luso-Brasileiro, inaugurado em 2 de outubro de 1965, com capacidade para 12.000 espectadores.</p>
<p><strong>Títulos no Futebol<br />
</strong>Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1996, 2000 e 2003)<br />
Copa Rio: 2000<br />
Torneio Internacional Octavio Pinto Guimarães: 1976<br />
Taça Ivan Drumonnd: 1996<br />
Torneio Internacional Brasil/Angola: 2002</p>
<p><strong>Histórico em competições oficiais</strong><br />
Campeonato Carioca: 1933; 1935 a 1937; 1953 a 1959; 1960 a 1975; 1976 a 1979; 1982; 1985 a 1987; 1991 e 2004 a 2006;<br />
Campeonato Brasileiro da Série C: 2003 e 2004</p>
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		<title>Lona Cultural Municipal Renato Russo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 23:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instituições]]></category>
		<category><![CDATA[aterro do cocotá]]></category>
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		<category><![CDATA[Lona Renato Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Mendes]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde sua inauguração, em 2007, a Lona Renato Russo já recebeu artistas, como Beto Guedes, Flavio Venturini, Elba Ramalho, Bebeto, Alcione, Leone, The Fevers, Jery Adriane e Dado Villa-Lobos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4955" title="Lona Renato Russo" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/lona_renato_russo1.jpg" alt="Lona Renato Russo" width="240" height="180" /></p>
<p>A Lona Cultural Renato Russo, instalada no Parque Manuel Bandeira, mais conhecido como Aterro do Cocotá, oferece serviços nas áreas de cultura, arte e lazer, como peças teatrais, shows, cursos, oficinas culturais, exposições, etc.</p>
<p><strong>História da Lona</strong><br />
A luta por um espaço culural na Ilha do Governador, onde seus moradores tivessem a possibilidade de assistir a shows, ter acesso a peças de teatro e oficinas de arte, começou no final dos anos 90. Este sonho começou a ganhar força com a criação do Movimento Cultural Lona Renato Russo. Este movimento, criado por Marcelo Mendes, atual administrador da lona, contava com o apoio de bandas locais, artistas e várias entidades e empresas da Ilha.</p>
<p>Em 2004 houve a primeira votação popular para a escolha do nome da lona cultural. O nome de Renato Russo, antigo morador da Ilha, ficou com 65,4% da preferência.</p>
<p>Eventos culturais beneficentes aconteciam na Ilha neste período, de 2004 a 2006, colaborando para divulgação do movimento e ajudando a recolher alimentos em prol da Casa do Índio. Mas foi em 2007, quando a Ilha do Governador completava 440 anos, que a tão sonhada lona cultural se tornou realidade.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4954" title="Lona Cultural Renato Russo" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/lona_renato_russo.jpg" alt="Lona Cultural Renato Russo" width="240" height="161" />Em uma nova votação, o nome do cantor e líder da Banda Legião Urbana, recebeu 74% dos votos da população local. Em 24 de Setembro, de 2007, aconteceu a tão esperada inauguração da Lona Cultural Municipal Renato Russo, com o espetáculo &#8220;Renato Russo &#8211; A Peça&#8221;. O ator Bruce Gomlevsky, que interpreta Renato Russo , foi o primeiro de vários artistas a pisar nos palcos da lona. <strong><br />
</strong><br />
Começou assim uma trajetória de sucesso. Desde sua inauguração, a Lona Renato Russo já recebeu artistas, como: Beto Guedes, Flavio Venturini, Elba Ramalho, Bebeto, Alcione, Leone, The Fevers, Isabela Taviani, Jery Adriane e Dado Villa-Lobos, guitarrista da banda Legião Urbana.</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Parque Manuel Bandeira, S/Nº &#8211; Cocotá<br />
<strong>Telefone:</strong> 3366-0589<br />
<strong>E-mail:</strong> contato@lonarenatorusso.com.br<br />
<strong>Site:</strong> http://www.lonarenatorusso.com.br<br />
<strong>Administrador:</strong> Marcelo Mendes</p>
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		<title>GRES Boi da Ilha do Governador</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 23:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desfilando no Grupo Rio de Janeiro 2, em 2011 o Boi da Ilha trará o enredo "Uaraná-cécé: a força da vida!".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4949" title="GRES Boi da Ilha do Governador" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/boi_da_ilha.jpg" alt="GRES Boi da Ilha do Governador" width="240" height="180" />História</strong><br />
Durante anos, o Boi da Ilha foi uma dos mais tradicionais concorrentes aos títulos da Riotur. Seguindo o passo de vários blocos, em 1988, filiou-se à AESCRJ, por entender que, além da União da Ilha, caberia mais uma escola de samba na descontraída e festiva localidade, a Ilha do Governador. Chegou a desfilar com a co-irmã da mesma região em 2002 e 2003, porém nunca obteve o mesmo sucesso.</p>
<p>De lá para cá, oscilou entre os grupos B e D. No carnaval de 2000, obteve o quarto lugar no Grupo B e, com isso, teve o direito de, em 2001, desfilar no Grupo A. Sua estreia não poderia ter sido melhor: com o enredo &#8220;Orun-Ayê&#8221;, de Guilherme Alexandre, obteve o 6º lugar, permanecendo no grupo, e conquistou o prêmio Estandarte de Ouro de Melhor Samba-Enredo. Em 2003, caiu para o Grupo de Acesso B, onde está atualmente.</p>
<p>No carnaval 2009, a escola da Ilha elaborou um enredo sobre os 100 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o enredo Abram-se as cortinas! Bravo! 100 anos do Theatro Municipal em cena aberta da Sapucaí, desenvolvido pelo carnavalesco Sandro Carvalho. A agremiação ficou na 7° colocação com 238.3 pontos, permanecendo no mesmo grupo para 2010.</p>
<p>Para o carnaval 2010, a escola da Ilha escolheu o enredo &#8220;Do sagrado ao profano&#8230; e o Boi, quem diria, foi parar na Freguesia, terminando na 11º colocação. sendo rebaixada para o Grupo Rio de Janeiro 2, em 2011.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4948" title="&quot;Uarana cé cé! Força da vida&quot;" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/enredo_boi_2011.jpg" alt="&quot;Uarana cé cé! Força da vida&quot;" width="141" height="200" />Enredo 2011:</strong> &#8220;Uaraná-cécé: a força da vida!&#8221;<br />
<strong>Carnavalesco:</strong> Guilherme Alexandre<br />
<strong>Presidente:</strong> Luiz Martins (Luizinho)<br />
<strong>Intérprete Oficial:</strong> Marquinhos do Banjo<br />
<strong>Diretor de Bateria:</strong> Mestre Xula<br />
<strong>Rainha da Bateria:</strong> Rebecca Gasiglia<br />
<strong>Madrinha da Bateria:</strong> Elis Pimenta<br />
<strong>1º Mestre-Sala e Porta-Bandeira:</strong> Douglas Valle</p>
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		<title>GRES Acadêmicos do Dendê</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[morro do dendê]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011 o Acadêmicos do Dendê desfila pelo Grupo D vai falar sobre a saideira com enredo "Saidera. Uma paixão nacional".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4942" title="Acadêmicos do Dendê" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/academicos_do_dende.jpg" alt="Acadêmicos do Dendê" width="240" height="180" /><strong>História</strong><br />
Personalidades como Alcides, Moacir, Filinho, Tino, Benizário, Fizinho, China e Aurélio se reuniram na residência do Sr. Alcides, localizada no Morro do Dendê a fim de formar a nova comissão de carnaval. O bloco tornou-se então o grande campeão da categoria banho de mar a fantasia e em campeonatos internos na Ilha do Governador. Um breve intervalo nas atividades do Unidos do Dendê, contribuiu para o surgimento de dois novos blocos: Canarinhos e Falange.</p>
<p>Em 1990, a união desses dois grupos daria um novo impulso ao carnaval da comunidade. Em 1991, o bloco foi campeão. No ano seguinte, o bloco alcançou o título de G.R.E.S Acadêmicos do Dendê, tendo como cores oficiais o azul o branco, que decoram seu pavilhão.</p>
<p>Campeã do Grupo B em 1995, a Acadêmicos do Dendê, acabou tendo que disputar novamente o mesmo Grupo em 1996, por causa da extinção da LIESGA.</p>
<p>Depois de um ano sem desfilar, por causa de brigas internas, a Acadêmicos do Dendê voltou em 2000 à avenida para homenagear os 500 anos do Descobrimento do Brasil.</p>
<p>Em 2007, a agremiação desfilou no Grupo C, ficando quase perto de voltar ao Grupo B, terminando na 2º colocação.</p>
<p>Em 2009, a escola do Dendê homenageou os carnavais que passaram na TV Manchete, com enredo Pode preparar o seu confete, este ano na Avenida tem Manchete, de autoria de Paulo Brasil. Contudo, a agremiação ficou em 10°lugar com 156,1 pontos, permanecendo para o mesmo grupo em 2010.</p>
<p>Em 2010, a escola do Dendê homenageou a trajetória do compositor Ismael Silva, com o enredo A Origem de uma Estrela! De Niterói para a História&#8230; De Deixa Falar à Estácio de Sá, Ismael Silva, sua vida o Dendê contará!, de autoria de Almir Jhunior, sendo rebaixada para o Grupo Rio de Janeiro 3, em 2011.</p>
<p><strong>Enredo 2011:</strong> &#8220;Saidera. Uma paixão nacional&#8221;<br />
<strong>Carnavalescos:</strong> Severo Luzardo e Marcio Pulukuer<br />
<strong>Diretor de Carnaval:</strong> Jorge Riper<br />
<strong>Mestres de Bateria:</strong> Sagui e Luis Fernando<br />
<strong>1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:</strong> Bruninho e Thuani</p>
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		<title>GRES União da Ilha do Governador</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[escola de samba]]></category>
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		<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>

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		<description><![CDATA[A União da Ilha tem uma das mais tradicionais ala de compositores, onde destaca-se entre os nomes o saudoso Didi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4938" title="GRES União da Ilha do Governador" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/uniao_da_ilha1.jpg" alt="GRES União da Ilha do Governador" width="240" height="180" />O Grêmio Recreativo Escola de Samba União da Ilha do Governador foi fundado em 7 de março de 1953. Seus fundadores foram Maurício Gazelle, Joaquim Lara de Oliveira (o Quincas), Orphylo Bastos e mais 59 sócios. A idéia de criar uma escola de samba, na Ilha do Governador, mais especificamente no bairro do Cacuia, nasceu numa terça-feira de carnaval, dia 5 de março de 1953.</p>
<p>Os amigos Maurício Gazelle, Quincas e Orphylo estavam na Estrada do Cacuia, principal local de desfile do carnaval da Ilha do Governador, assistindo a apresentação de pequenas escolas de samba e blocos de vários bairros da Ilha, quando decidiram que o bairro do Cacuia deveria ter uma escola de samba que o representasse.</p>
<p>Ao terminar o desfile o grupo se juntou a outros amigos do time de futebol União Futebol Clube, levando-lhes a idéia. Dois dias depois, (7 de março de 1953), no armazém de Maurício Gazelle, eles fundaram a escola de samba União, hoje União da Ilha do Governador. Suas cores são azul, vermelho e branco.</p>
<p>A madrinha da União da Ilha é a escola de samba Portela, daí a Ilha ter em seu brasão o desenho da Águia, símbolo da Portela. A colocação da Águia no brasão da União da Ilha foi idéia sugerida por Natal, um dos mais tradicionais presidentes portelenses. O autor do desenho do brasão da bandeira foi Edson Machado.</p>
<p>A União da Ilha tem uma das mais tradicionais ala de compositores. Destaca-se entre os nomes de seus poetas populares o do saudoso Didi (Adolfo de Carvalho Baeta das Neves, procurador da República). Didi foi vencedor de samba-enredo em várias escolas, assinando sempre com pseudônimo ou, em outras ocasiões, dispensando sua assinatura nas composições.</p>
<p>Didi, ganhou 24 sambas-enredos, número superior aos também compositores recordistas Paulão Brasão, Silas de Oliveira e David Correia.</p>
<p>A União da Ilha iniciou suas apresentações no Cacuia. De 1954 a 1959 foi vencedora dos desfiles do lugar. Em 1960 ao ser registrada na Associação das Escolas de Samba do Estado da Guanabara a União da Ilha foi desfilar no 3º grupo das agremiações, na Praça Onze, conquistando o terceiro lugar. Em 1961 foi classificada em segundo lugar indo para o segundo grupo. Passou ao grupo 1, mais tarde chamado de grupo especial, no carnaval de 1974. Em seu primeiro desfile, entre as mais tradicionais escolas de samba da cidade, foi a nona colocada.</p>
<p>Um dos presidentes da escola cuja a presença foi de extrema importância foi o senhor Jucy Curvello (in memória), pois foi o presidente que pôs a União da Ilha no Grupo Especial; Foi no ano de 1974 com o enredo &#8220;Lendas e Festas da Yabás&#8221;, onde permaneceu até o ano de 2001.</p>
<p>De 1977, com o enredo Domingo, a 1980, quando tirou em segundo lugar com o enredo Bom, Bonito e Barato, a União da Ilha fez grandes desfiles se consagrando definitivamente como uma das escolas de samba mais simpáticas do grupo especial.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4937" title="Grandes sambas foram cantados na voz de Aroldo Melodia" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/uniao_da_ilha.jpg" alt="Grandes sambas foram cantados na voz de Aroldo Melodia" width="360" height="215" />E a União já chegou arrebentando: sagrou-se campeã por seis anos seguidos, de 54 a 59, no carnaval da Ilha do Governador. Com vontade de alçar maiores vôos, entrou na Associação das Escolas de Samba, passando a desfilar no carnaval carioca. A decisão de &#8216;atravessar o mar&#8217; e chegar ao Rio se faria presente na maioria dos sambas da escola, que sempre faz referência à marcha dos componentes da Ilha rumo à Sapucaí. Confira alguns sambas que trazem esses versos:</p>
<p>&#8220;Vou me libertar no perfume desse mar&#8221; (2000)<br />
&#8220;Assim a Ilha vem pra festa atravessando o mar azul&#8221; (1999)<br />
&#8220;Eu vou nas ondas desse mar&#8221; (1995)<br />
&#8220;Minha alegria vem nas ondas desse mar&#8221; (1994)<br />
&#8220;Sob o clarão da poesia, cruzo o mar da alegria&#8221; (1993)<br />
&#8220;Sonhando o mar atravessei&#8221; (1990)<br />
&#8220;O menino iluminado hoje atravessa o mar&#8221; (1988)<br />
&#8220;Novamente cruza o mar a alegria&#8221; (1987)<br />
&#8220;A minha alegria atravessou o mar&#8221; (1982)</p>
<p>Sambas cantados pelo grande intérprete Aroldo Melodia!</p>
<p>A Ilha manteve-se algum tempo entre o segundo e o terceiro grupos e, em 75 quando sagrou-se campeã, passou a desfilar no grupo principal. No fim da década de 70, a Ilha começou a mostrar seu diferencial. Com enredos como &#8220;Domingo&#8221;, &#8220;O Amanhã&#8221;, &#8220;O que será?&#8221;, &#8220;Bom, bonito e barato&#8221; e &#8220;É hoje&#8221; a escola levou para a Sapucaí desfiles leves, baratos e animados. Esta seria a marca registrada da União da Ilha, mantida até hoje. Suas fantasias costumam ser leves, sem grandes esplendores, facilitando o desfile para o componente. A escola também consegue estabelecer uma ótima comunicação com o público, sendo consideradas uma das mais simpáticas do carnaval carioca.</p>
<p>O último bom resultado da Ilha foi obtido em 94, com Abrakadabra, em que chegou em 4º lugar, sua última participação no Desfile das Campeãs. Desde então, não vem obtendo boas colocações. Em 2000, com &#8220;Pra não dizer que não falei das flores&#8221;, a União da Ilha chegou em 8º lugar, abordando um dos períodos mais nebulosos dos 500 anos do Brasil: a ditadura militar, de 64 a 85. No ano de 2001, a escola obteve o 13º lugar do Grupo Especial, sendo assim rebaixada ao Grupo de Acesso A em 2002, onde fez um desfile muito entusiasmado e eufórico, que conteve erros que foram corrigidos pela nova direção da escola em 2003, Carnaval que ficou conhecido como o &#8220;Ano do Milagre&#8221;, que, inexplicavelmente, nos tirou o retorno ao Grupo Especial, causando comoção na escola e surpresa de todos os veículos de comunicação que nos dava a certeira vitória.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-4936" title="Mistérios da Vida - Enredo da União da Ilha para 2011" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/misterios_da_vida.jpg" alt="Mistérios da Vida - Enredo da União da Ilha para 2011" width="200" height="171" />Enredo 2011: </strong>“O Mistério da Vida”<br />
<strong>Carnavalesco: </strong>Alex de Souza<br />
<strong>Cores: </strong>Azul, Vermelha e Branca<br />
<strong>Site: </strong><a href="http://www.gresuniaodailha.com.br">www.gresuniaodailha.com.br</a><br />
<strong>Preidente</strong>:Ney Filardi<br />
<strong>Vice-Presidente:</strong> Djalma Falcão<br />
<strong>Presidente de Honra:</strong> Maurício Gazelle<br />
<strong>Diretor de Carnaval:</strong> Márcio André<br />
<strong>Mestre de Bateria:</strong> Riquinho<br />
<strong>Rainha de Bateria:</strong> Bruna Bruno<br />
<strong>1º Mestre-sala e porta-bandeira:</strong> Ronaldinho e Patrícia<br />
<strong>Intérprete:</strong> Ito Melodia</p>
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		<title>Casa de Cultura Elbe de Holanda</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:18:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A CCEH é um espaço cultural criado e administrado por uma Associação Civil sem fins lucrativos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4815" title="Casa de Cutura Elbe de Holanda" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cceh.jpg" alt="Casa de Cutura Elbe de Holanda" width="240" height="180" />A Casa de Cultura Elbe de Holanda &#8211; CCEH é um espaço cultural criado e administrado por uma Associação Civil sem fins lucrativos que foi formada por um grupo de pessoas, artistas e não artistas, que deseja que o trabalho de Elbe de Holanda, a “Tia Elbe”, em prol da Cultura como elemento de formação dos jovens, e mesmo adultos, continue.</p>
<p>A CCEH é, pois, uma continuidade do trabalho de Elbe de Holanda, dramaturga, teatróloga, poetiza, artista plástica, cidadã honorária do Rio de Janeiro e fundadora do GATIG (Grupo de Artes e Teatro da Ilha do Governador), que, nos seus quase trinta anos de atividade ininterrupta, obteve prêmios em festivais em todo o país e administrou, no período de 1987 a 1989, a Lona da Cultura da Ilha do Governador, que funcionou até 1994. Além dela, temos como parceiro o ator Castro Gonzaga, morador da Ilha e sócio-fundador da CCEH, artista que dispensa apresentações no auge de seus mais de cinqüenta anos de carreira no teatro, no cinema e na TV, que da seu nome à nossa sala de apresentações.</p>
<p>Inaugurada em 2 de junho de 2002 com a missão de democratizar o acesso à cultura, informação e lazer, a CCEH oferece cursos e eventos nas diversas modalidades artísticas, contribuindo para a difusão do patrimônio imaterial na Ilha do Governador e proximidades.</p>
<p>A CCEH tem três andares, onde estão localizadas áreas para exposições, exibição de vídeos, espaços para cursos e a Sala Castro Gonzaga, para apresentações de teatro, música e dança. O projeto do prédio contou com assessoria do Centro Técnico de Artes Cênicas &#8211; CTAC, do Departamento de Artes Cênicas (DEACEN) da FUNARTE (Ministério da Cultura).</p>
<p><strong>Localização:</strong> Rua Eng. Rozauro Zambrano, 302 – Jardim Guanabara<br />
<strong>Telefones:</strong> 2466-0661 e 2466-0100<br />
<strong>Site:</strong> www.cceh.com.br<br />
<strong>E-mail:</strong> contato@cceh.com.br</p>
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		<title>História da Ribeira</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nome do bairro vem da fazenda da Ribeira que existiu no século XIX em estreita faixa de terra dessa área.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nome do bairro vem da fazenda da Ribeira que existiu no século XIX em estreita faixa de terra dessa área da Ilha do Governador. Nesse século, a Ilha funcionou como centro de abastecimento da Cidade, incluindo a pesca, cal, tijolos e telhas. Na Ribeira se estabeleceram portugueses, cultivando o solo com produção de aguardente e de cal. A população e suas atividades foram se expandindo e, na segunda metade do século XIX, a Ribeira já era uma localidade consolidada.</p>
<p>Em 1870, na faixa Ribeira – Zumbi – Pitangueiras, existiam mais de 100 casas e estabelecimentos comerciais. Com o advento do século XX, a urbanização se acelera. Em 1914 ali se instalam duas grandes Companhias de Petróleo, a SHELL e depois a ESSO. Em 1922, a Companhia de Melhoramentos da Ilha do Governador põe em circulação o bonde elétrico, com linha entre a Ribeira e o Cocotá, fazendo a conexão com o transporte marítimo, na ponte de atracação de barcas na Ribeira. O bonde seria extinto em 1964 e muito antes, em 1931, criou-se a primeira linha de ônibus ligando a Ribeira ao Galeão. A “Casa do Índio” merece ser lembrada por nos remeter aos primeiros habitantes da Ilha.</p>
<p>O arruamento e loteamento em torno da rua Paramopama datam de 1934 e representam toda a área atualmente habitada do bairro. No morro do Ouro foi construída, em 1913, a Igreja da Sagrada Família, em terras doadas pelo negociante português Fernando Fonseca. O bairro tem uma grande praça, junto ao terminal de barcas, denominada Iaiá Garcia, e duas praias, a da Ribeira e a da Engenhoca, essa com faixa de areia aumentada, quiosques e mais freqüentada. Na ponte Dr. Luis Paixão ficava o citado terminal de barcas, hoje transferido para o Terminal de Cocotá. No bairro, além das instalações das Companhias Petrolíferas, fica a mais importante feira livre da Ilha, e as quadras esportivas da ACM (Associação Cristã de Moços).</p>
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		<title>Construção da Ponte do Galeão</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 22:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A atual "Ponte Velha" foi inaugurada contando apenas com a pista de entrada, em regime de mão dupla.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A construção de uma ponte ligando a Ilha do Governador ao continente era um projeto prioritário desde o início do século XX. Em 28 de maio de 1935, o Governo Federal através do Decreto 5482, concedia ao engenheiro George Fraz Pawella a autorização para a construção de uma ponte ligando a Ilha ao continente, bem como o privilégio para a a sua exploração. No entanto, por falta de investimentos, o projeto não vingou.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-95" title="Construção da Ponte &quot;Velha&quot; do Galeão" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ponte_velha_galeao_construcao.jpg" alt="" width="100%" /></p>
<p>Com o final da II Guerra, a Aeronáutica, ciente da necessidade de uma ligação entre a sua base com o continente, conseguiu convencer ao Governo Federal a construir uma ponte. Esta partiria do Porto de Maria Angú, em Ramos, passando pelas Ilhas do Raimundo e de Santa Rosa, terminando próximo ao Saco de Cantagalo, após a Praia das Flexeiras. No entanto o traçado final acabou sendo aquele que utilizaria duas pontes: uma ligando a Ilha do Fundão ao continente e outra entre a Ilha do Fundão e a Ponta do Galeão.</p>
<p>A atual &#8220;Ponte Velha&#8221; foi inaugurada em 31 de janeiro de 1949, contando na ocasião apenas com a pista de entrada, em regime de mão dupla. O acesso para a pista de saída, através de uma alça que passava junto aos hangares da Panair foi concluído em 1953.</p>
<p><em>Fonte: Jaime Moraes</em></p>
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		<title>Construção do Aeroporto Internacional do Galeão (Tom Jobim)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 22:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história do Aeroporto Internacional do Rio começa em 1924 com a instalação da escola de aviação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-85" title="Torre do Aeroporto do Galeão" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/torre_aeroporto.jpg" alt="" width="250" height="350" />A história do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, como base de antiga aviação naval, começa em 1924 com a instalação da escola de aviação. Fundada em 1916, a Escola de Aviação Naval teve suas primeiras instalações na Ilha das Enxadas, em 1924, posteriormente transferidas para local mais amplo na vizinha Ponta do Galeão.</p>
<p>Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9.</p>
<p>Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Foker holandesa e a Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar. Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.</p>
<p>A partir de 1945, o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões da Pan American e da Condor, além de outras companhias, foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos “hidros” Sirorskys ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e Constelations da Lockheed.</p>
<p>Houve uma “estação de hidros”, ao lado do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 1936, projetada pelo célebre arquiteto brasileiro Atílio C. Lima. Foi um dos primeiros prédios conceitualmente modernos construídos no Brasil.</p>
<p>Desde os anos da Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi, além de movimentada base aérea da Força Aérea Brasileira, campo de pouso para aviões internacionais. Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através de lancha, desde a estação de hidros até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus, pois não existia uma estação de passageiros.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-87" title="Construção do Terminal 1 do Aeroporto do Galeão" src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/aeroporto_galeao_construcao.jpg" alt="" width="280" height="210" />A recepção continuou precária até 1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiras. Esse terminal, com diversas ampliações ao longo dos anos, foi substituído pelo atual Terminal Número 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de janeiro de 1977.</p>
<p>Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou a capacidade desse terminal para sete milhões de passageiros ao ano, coincidiu com o início das obras do Terminal 2. Esse novo terminal, um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender oito milhões de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de 1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>A lenda da Pedra da Onça</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 14:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ilha Carioca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fatos Históricos]]></category>
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		<category><![CDATA[praia da guanabara]]></category>

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		<description><![CDATA[A estátua, que na verdade simboliza um gato maracajá, é um dos pontos turísticos do bairro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ilhacarioca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pedra_da_onca.jpg" alt="" title="Pedra da Onça - Foto enviada por Wladimir Coelho" width="280" height="210" class="alignleft size-full wp-image-80" />Num dos recantos mais bonitos da Ilha do Governador, no final da Praia da Guanabara, estão aglomeradas grandes pedras arredondadas que parecem terem sido ali colocadas cuidadosamente pelo Criador.</p>
<p>Uma dessas pedras, a mais alta delas, serve de pedestal para uma estátua bem singular: a estátua de um gato-do-mato ou maracajá, felino característico da Ilha do Governador no Século XVI, época em que os índios habitavam a localiadae, hoje infelizmente desaparecido da região.</p>
<p>Pela semelhança dessa espécie com a onça, a pedra ficou conhecida como Pedra da Onça e é um dos pontos turísticos do bairro, local de onde se descortina magnífica vista e de onde se pode vislumbrar o Dedo de Deus, pico da cadeia de montanhas que formam a região serrana do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Mas por que foi erigido nessa pedra um monumento a um felino?</p>
<p>Conta a lenda que uma índia da tribo ali localizada ia todos os dias, no fim da tarde, até a praia, com seu gato maracajá que criava desde filhote e lá ficava a mergulhar da pedra durante horas. Um dia, porém, a jovem índia mergulhou e não mais voltou, ficando o gato a esperá-la, olhando para o mar até não mais agüentar e morrer de fome, apesar da tentativa dos índios em retirá-lo do local.</p>
<p>Essa lenda, não confirmada pelos historiadores, inspirou um grupo de moradores, na década de 1920, a erguer o monumento em homenagem à fidelidade do animal. O artista plástico Guttman Bicho projetou e esculpiu o maracajá,. Em 1965 a estátua original, já bem castigada pelo tempo, foi substituída por outra que lá está até hoje.</p>
<p>Verdade ou não, a lenda atravessou os tempos contada pelos moradores do local e a Pedra da Onça é um lugar mágico onde qualquer pessoa sente um impulso irresistível de sentar numa pedra e ficar observando o mar, como quem espera ver a jovem índia emergir das águas e assim acalmar o espírito do fiel gato maracajá que, com certeza, ainda ronda o local esperando sua dona voltar.</p>
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